Segurança náutica

CIMNA / Sala Rádio

Central proposta de comunicação, registro e monitoramento visual para fortalecer a prevenção e o apoio à navegação em São Vicente e região.

Projeto em desenvolvimento

Objetivo

Por que este projeto existe

Criar um ponto permanente de comunicação e consciência situacional, apoiando navegadores, marinas e operadores sem substituir os canais oficiais de socorro, a autoridade marítima ou os serviços públicos de emergência.

A região reúne embarcações de lazer, trabalho, turismo e pesca. Vento, maré, ondulação e correnteza podem mudar rapidamente, enquanto informações sobre panes, deriva e condições dos canais ainda circulam de forma dispersa. A proposta organiza o recebimento, o registro e o encaminhamento dessas informações.

Modelo proposto

Como deverá funcionar

  1. 01

    Sala rádio para receber comunicações, registrar dados e encaminhar ocorrências

  2. 02

    Canal operacional Delta 20 apenas como proposta complementar, sujeito a análise e regularização

  3. 03

    Uso obrigatório dos canais oficiais nas situações de socorro, urgência e segurança

  4. 04

    Câmeras previstas para o Canal do Mar Pequeno, Baía de São Vicente e região da barra

  5. 05

    Registro de identificação, localização, pessoas a bordo, condições e auxílio solicitado

  6. 06

    Integração proposta com marinas, clubes, assistência náutica e órgãos competentes

  7. 07

    Política de acesso às imagens, proteção de dados, manutenção e treinamento

Conexões

Públicos e parceiros

Navegadores e operadoresMarinas e garagens náuticasÓrgãos públicosEntidades de segurança e socorroComunidades costeiras

Impacto pretendido

Resultados que orientam a proposta

  • Melhor circulação de informações
  • Apoio à prevenção de ocorrências
  • Consulta visual das condições de navegação
  • Organização de registros operacionais
  • Maior articulação entre atores do setor náutico
Situação institucional

Transparência desde a fase de concepção.

Projeto em estruturação. Espaço, equipamentos, câmeras, conectividade, operadores, responsabilidades, orçamento, frequências, homologações e autorizações ainda dependerão de vistoria, projeto técnico e formalização com os parceiros e órgãos competentes.

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